{"id":11502,"date":"2025-09-05T14:40:43","date_gmt":"2025-09-05T17:40:43","guid":{"rendered":"https:\/\/fenati.org.br\/?p=11502"},"modified":"2025-09-05T16:55:29","modified_gmt":"2025-09-05T19:55:29","slug":"uso-excessivo-de-redes-sociais-afetam-corpo-e-mente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/uso-excessivo-de-redes-sociais-afetam-corpo-e-mente\/","title":{"rendered":"Uso excessivo de redes sociais afetam corpo e mente"},"content":{"rendered":"<p><strong>Redes sociais &#8211;<\/strong> Desde a chegada do Orkut, MSN Messenger e ICQ nos anos 2000, as <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Rede_social\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">redes sociais<\/a> se tornaram parte essencial da vida dos brasileiros. Hoje, plataformas como TikTok, Instagram, Facebook e X (antigo Twitter) n\u00e3o apenas entret\u00eam, mas tamb\u00e9m influenciam e moldam comportamentos.<\/p>\n<p>O uso excessivo, no entanto, tem preocupado m\u00e9dicos e especialistas, que alertam para os riscos f\u00edsicos e mentais de passar muitas horas conectado. Um relat\u00f3rio da Datareportal aponta que os brasileiros passam, em m\u00e9dia, 3 horas e 37 minutos di\u00e1rios nas redes sociais, colocando o pa\u00eds em terceiro lugar no ranking mundial de consumo, atr\u00e1s apenas da \u00c1frica do Sul e do Qu\u00eania.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/fenati.org.br\/en\/google-perde-acao-indenizar-usuarios-dados-violados\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>LEIA: Google perde a\u00e7\u00e3o e ter\u00e1 de indenizar usu\u00e1rios por dados violados<\/strong><\/a><\/p>\n<p>No caso do TikTok, usu\u00e1rios do Brasil chegaram a passar 28 horas e 34 minutos por m\u00eas conectados em 2024. O fasc\u00ednio pelos aplicativos, segundo especialistas, \u00e9 alimentado pelos algoritmos, que direcionam conte\u00fados de acordo com prefer\u00eancias e intera\u00e7\u00f5es, prendendo a aten\u00e7\u00e3o por longos per\u00edodos.<\/p>\n<p>Esse mecanismo pode induzir ao chamado brain rot, quando o consumo descontrolado de materiais superficiais afeta a sa\u00fade mental. O neurologista do Hospital Israelita Albert Einstein, Dr. Mario Peres, alerta que estudos associam mais de 3 a 4 horas di\u00e1rias de uso ao aumento de sintomas depressivos, dist\u00farbios de ansiedade e pior qualidade do sono.<\/p>\n<p>\u201cO acesso di\u00e1rio e prolongado \u00e0s redes sociais pode afetar diferentes fun\u00e7\u00f5es cerebrais e comportamentos, tais como a aten\u00e7\u00e3o, a mem\u00f3ria, a tomada de decis\u00e3o, o controle inibit\u00f3rio, gerando mais compuls\u00f5es, ansiedade, depress\u00e3o e compara\u00e7\u00e3o social negativa&#8221;, acrescenta Peres.<\/p>\n<p>Os impactos n\u00e3o se restringem \u00e0 mente. O diretor da Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SBO), Dr. Bruno Pontes, explica que longos per\u00edodos diante das telas provocam ard\u00eancia nos olhos, dores de cabe\u00e7a e fadiga ocular digital. J\u00e1 a especialista em coluna e diretora da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), Dra. Maria Fernanda Caffaro, afirma que a m\u00e1 postura diante do celular pode gerar dores musculares e at\u00e9 casos de tendinite.<\/p>\n<p>Para reduzir os riscos, especialistas recomendam medidas simples, como pausas regulares durante o uso, pr\u00e1tica de atividades f\u00edsicas e controle no tempo de exposi\u00e7\u00e3o \u00e0s telas. A regra do &#8220;20-20-20&#8221;, que sugere descansar os olhos a cada 20 minutos olhando para um ponto a 6 metros de dist\u00e2ncia por 20 segundos, \u00e9 uma das orienta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Segundo a SBO, o limite saud\u00e1vel seria de at\u00e9 2 horas di\u00e1rias para adultos, enquanto crian\u00e7as e adolescentes deveriam permanecer de 1 a 2 horas, sempre com supervis\u00e3o.<\/p>\n<p><em><strong>(Com informa\u00e7\u00f5es de Techtudo)<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>(Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Freepik)<\/strong><\/em><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Exposi\u00e7\u00e3o prolongada pode causar problemas de vis\u00e3o, dores musculares, ansiedade, depress\u00e3o e at\u00e9 dist\u00farbios do sono, segundo especialistas<\/p>","protected":false},"author":10,"featured_media":11503,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[35],"tags":[13],"class_list":["post-11502","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ti","tag-sindical"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11502","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/10"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11502"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11502\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11505,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11502\/revisions\/11505"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/11503"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11502"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11502"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11502"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}