{"id":11664,"date":"2025-09-11T13:52:22","date_gmt":"2025-09-11T16:52:22","guid":{"rendered":"https:\/\/fenati.org.br\/?p=11664"},"modified":"2025-09-11T15:36:30","modified_gmt":"2025-09-11T18:36:30","slug":"home-office-essencial-47-profissionais-ti-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/home-office-essencial-47-profissionais-ti-brasil\/","title":{"rendered":"Home office \u00e9 essencial para 47% dos profissionais de TI no Brasil"},"content":{"rendered":"<p><strong>Home office &#8211;<\/strong> O retorno ao trabalho presencial, que vem sendo exigido de forma crescente por empresas no Brasil e no mundo, inclusive no setor de tecnologia, pode se transformar em um desafio para os departamentos de recursos humanos. De acordo com a pesquisa Talent Trends Tech 2025, realizada pela consultoria Michael Page, 47% dos profissionais de <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Tecnologia_da_informa%C3%A7%C3%A3o\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">TI<\/a> brasileiros afirmam que procurariam outro emprego se fossem obrigados a ampliar a presen\u00e7a no escrit\u00f3rio.<\/p>\n<p>O percentual no Brasil \u00e9 superior tanto \u00e0 m\u00e9dia da Am\u00e9rica Latina (46%) quanto \u00e0 global (41%), o que, segundo a consultoria, serve de alerta para l\u00edderes e gestores que desejam refor\u00e7ar a presen\u00e7a f\u00edsica dos times.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/fenati.org.br\/en\/pioneiras-esquecidas-mulheres-mudaram-tecnologia-inspiram-futuro\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>LEIA: Pioneiras esquecidas: as mulheres que mudaram a tecnologia e inspiram o futuro<\/strong><\/a><\/p>\n<p>O levantamento foi feito entre novembro e dezembro de 2024 em 36 pa\u00edses, incluindo o Brasil, e contou com a participa\u00e7\u00e3o de cerca de 5 mil profissionais e l\u00edderes de tecnologia.<\/p>\n<p>\u201cOs profissionais passaram a valorizar a flexibilidade como um componente essencial da qualidade de vida e da produtividade. Profissionais de TI valorizam autonomia, confian\u00e7a e resultados e tendem a se afastar de ambientes que priorizam controle em detrimento da entrega\u201d, destaca Juliana Fran\u00e7a, gerente executiva da Michael Page, em comunicado.<\/p>\n<p>Ela acrescenta que as empresas precisam adotar uma postura mais \u201cestrat\u00e9gica e dialogada\u201d. \u201cA flexibilidade, quando bem estruturada, n\u00e3o apenas ret\u00e9m profissionais qualificados, como tamb\u00e9m fortalece a marca empregadora\u201d, diz.<\/p>\n<p>Quando questionados sobre onde se sentem mais produtivos, 53% dos profissionais de TI brasileiros indicaram a pr\u00f3pria casa, resultado acima da m\u00e9dia latino-americana (51%) e mundial (42%). J\u00e1 16% disseram ser mais produtivos no escrit\u00f3rio, enquanto 32% acreditam render igualmente bem em ambos os ambientes.<\/p>\n<p>As prioridades desses trabalhadores ajudam a explicar o cen\u00e1rio: no topo est\u00e1 o equil\u00edbrio entre vida pessoal e profissional (42%), seguido por sa\u00fade mental (19%), satisfa\u00e7\u00e3o no trabalho (17%), remunera\u00e7\u00e3o (15%) e sucesso na carreira (6%).<\/p>\n<p>\u201cA natureza do trabalho em TI, muitas vezes orientada por entregas, prazos e demandas de alta complexidade, exige foco e disponibilidade. Modelos de trabalho flex\u00edveis t\u00eam contribu\u00eddo significativamente para mitigar esses impactos\u201d, pondera Juliana.<\/p>\n<p>\u201cEmpresas que reconhecem essa din\u00e2mica e promovem pol\u00edticas de bem-estar, como pausas programadas, apoio psicol\u00f3gico, metas realistas e respeito aos limites fora do expediente, tendem a atrair e manter talentos com mais facilidade.\u201d<\/p>\n<p><em><strong>(Com informa\u00e7\u00f5es de IT F\u00f3rum)<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>(Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Freepik\/pressmaster)<\/strong><\/em><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisa indica que empresas que exigirem maior presen\u00e7a no escrit\u00f3rio podem ter dificuldade em reter talentos<\/p>","protected":false},"author":10,"featured_media":11666,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[35],"tags":[13],"class_list":["post-11664","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ti","tag-sindical"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11664","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/10"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11664"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11664\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11667,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11664\/revisions\/11667"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/11666"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11664"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11664"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11664"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}