{"id":11805,"date":"2025-09-17T10:14:20","date_gmt":"2025-09-17T13:14:20","guid":{"rendered":"https:\/\/fenati.org.br\/?p=11805"},"modified":"2025-09-17T11:54:16","modified_gmt":"2025-09-17T14:54:16","slug":"com-emprego-em-alta-mais-da-metade-brasileiros-nao-teme-demissao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/com-emprego-em-alta-mais-da-metade-brasileiros-nao-teme-demissao\/","title":{"rendered":"Com emprego em alta, mais da metade dos brasileiros n\u00e3o teme demiss\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><strong>Demiss\u00e3o &#8211;<\/strong> Mais da metade dos<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Brasileiros\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\"> brasileiros<\/a> est\u00e1 confiante em manter o emprego ou a principal fonte de renda nos pr\u00f3ximos seis meses. De acordo com a Sondagem do Mercado de Trabalho, realizada pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV), 53,8% dos entrevistados descartam a possibilidade de ficar sem ocupa\u00e7\u00e3o no curto prazo.<\/p>\n<p>Entre os participantes, 42,3% afirmaram que perder o trabalho \u00e9 improv\u00e1vel, e outros 11,5% consideram essa hip\u00f3tese muito improv\u00e1vel. J\u00e1 13,8% veem a chance como prov\u00e1vel, enquanto apenas 2,8% a classificam como muito prov\u00e1vel. Quase um ter\u00e7o (29,7%) preferiu n\u00e3o opinar.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/fenati.org.br\/en\/carteira-de-identidade-nacional-tem-novas-regras-para-reimpressao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>LEIA: Carteira de Identidade Nacional tem novas regras para reimpress\u00e3o<\/strong><\/a><\/p>\n<p>O pesquisador respons\u00e1vel, Rodolpho Tobler, avalia que os n\u00fameros refletem o atual momento do mercado de trabalho, marcado por baixo \u00edndice de desocupa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cCom a taxa de desocupa\u00e7\u00e3o em n\u00edveis m\u00ednimos em termos hist\u00f3rico, \u00e9 natural que os trabalhadores se sintam mais seguros na sua ocupa\u00e7\u00e3o ou em uma realoca\u00e7\u00e3o caso seja necess\u00e1rio. Esse dinamismo observado nos \u00faltimos anos tende a ser favor\u00e1vel para os trabalhadores\u201d, explicou.<\/p>\n<p>Dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) refor\u00e7am esse quadro. A taxa de desemprego no segundo trimestre ficou em 5,8%, a menor desde o in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica, em 2012. O levantamento tamb\u00e9m registrou recordes no rendimento m\u00e9dio, que alcan\u00e7ou R$ 3.477, e no n\u00famero de trabalhadores com carteira assinada, somando 39 milh\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Juros altos s\u00e3o amea\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>O resultado positivo, entretanto, convive com press\u00f5es da pol\u00edtica monet\u00e1ria. A taxa Selic est\u00e1 em 15% ao ano, maior patamar desde 2006. Juros altos tornam o cr\u00e9dito mais caro, desestimulam investimentos e podem reduzir o ritmo da atividade econ\u00f4mica, com reflexos negativos sobre emprego e renda.<\/p>\n<p>A sondagem da FGV tamb\u00e9m revelou diferen\u00e7as importantes entre faixas salariais. Entre os que ganham at\u00e9 um sal\u00e1rio m\u00ednimo, apenas 32,6% consideram improv\u00e1vel ou muito improv\u00e1vel perder o emprego. Esse percentual sobe para 41,3% entre quem recebe de um a tr\u00eas sal\u00e1rios m\u00ednimos e chega a 62,4% entre trabalhadores com remunera\u00e7\u00e3o superior a tr\u00eas sal\u00e1rios m\u00ednimos.<\/p>\n<p>O levantamento, feito com duas mil pessoas, tamb\u00e9m abordou a percep\u00e7\u00e3o sobre satisfa\u00e7\u00e3o profissional e prote\u00e7\u00e3o social. A maioria dos entrevistados, 59,7%, declarou estar satisfeita com o trabalho, enquanto 15,3% afirmaram estar muito satisfeitos. J\u00e1 8% se disseram insatisfeitos ou muito insatisfeitos, e 17% responderam de forma neutra.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 prote\u00e7\u00e3o social, 33,5% afirmaram se sentir muito desprotegidos; 37,7%, parcialmente desprotegidos; e 28,7% disseram se sentir protegidos.<\/p>\n<p><em><strong>(Com informa\u00e7\u00f5es de Ag\u00eancia Brasil)<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>(Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/ Marcelo Camargo\/Ag\u00eancia Brasil)<\/strong><\/em><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No entanto, a taxa de juros de 15% ao ano torna o cr\u00e9dito mais caro, desestimula investimentos e gera reflexos negativos sobre emprego e renda<\/p>","protected":false},"author":6,"featured_media":11806,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[42],"tags":[13],"class_list":["post-11805","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-sindical"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11805","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11805"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11805\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11807,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11805\/revisions\/11807"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/11806"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11805"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11805"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11805"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}