{"id":12454,"date":"2025-10-09T13:26:23","date_gmt":"2025-10-09T16:26:23","guid":{"rendered":"https:\/\/fenati.org.br\/?p=12454"},"modified":"2025-10-09T15:18:27","modified_gmt":"2025-10-09T18:18:27","slug":"brasileiras-menos-homens-mesmo-formacao-aponta-censo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/brasileiras-menos-homens-mesmo-formacao-aponta-censo\/","title":{"rendered":"Brasileiras ganham menos que homens mesmo com mais forma\u00e7\u00e3o, aponta Censo"},"content":{"rendered":"<p><strong>Censo &#8211;<\/strong> Mesmo com um n\u00edvel de escolaridade mais alto, as trabalhadoras brasileiras ainda ganham quase 20% a menos do que os homens e t\u00eam menor participa\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho. \u00c9 o que apontam os dados preliminares do Censo 2022, divulgados nesta quinta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Instituto_Brasileiro_de_Geografia_e_Estat%C3%ADstica\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">IBGE<\/a>).<\/p>\n<p>De acordo com o levantamento, o rendimento m\u00e9dio nominal mensal de todos os trabalhos \u00e9 de R$ 2.506 para mulheres, valor 19,6% inferior ao dos homens, que recebem em m\u00e9dia R$ 3.115.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/fenati.org.br\/en\/garanta-emprestimo-juros-cabem-bolso\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>LEIA: Garanta o empr\u00e9stimo que voc\u00ea precisa com juros que cabem no seu bolso<\/strong><\/a><\/p>\n<p>A diferen\u00e7a salarial foi identificada em todos os n\u00edveis de instru\u00e7\u00e3o e se amplia entre pessoas com ensino superior completo. Nesse grupo, homens recebem, em m\u00e9dia, R$ 7.347, enquanto mulheres ganham R$ 4.591, uma discrep\u00e2ncia de 37,5%.<\/p>\n<p>Os dados consideram uma pesquisa sobre rendimento do trabalho realizada entre 25 e 31 de julho de 2022, quando o sal\u00e1rio m\u00ednimo era de R$ 1.212. Foram consideradas ocupadas as pessoas de 14 anos ou mais que trabalharam ao menos uma hora ou estavam temporariamente afastadas de uma atividade remunerada.<\/p>\n<p>O estudo mostra que as mulheres t\u00eam maior escolaridade que os homens. Entre as ocupadas, 28,9% possu\u00edam n\u00edvel superior completo, contra apenas 17,3% dos homens. J\u00e1 entre os que n\u00e3o conclu\u00edram o ensino m\u00e9dio, o contraste \u00e9 inverso: 43,8% dos homens e 29,7% das mulheres estavam nessa condi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Desigualdade<\/strong><\/p>\n<p>O Censo tamb\u00e9m apontou que o \u00cdndice de Gini do Brasil foi de 0,542 em 2022, revelando uma alta concentra\u00e7\u00e3o de renda. O indicador varia de 0 a 1, quanto mais pr\u00f3ximo de 1, maior a desigualdade.<\/p>\n<p>As regi\u00f5es Norte (0,545) e Nordeste (0,541) registraram os maiores \u00edndices, coincidindo com os menores rendimentos m\u00e9dios domiciliares per capita. Por outro lado, a Regi\u00e3o Sul teve o menor \u00edndice (0,476), indicando uma distribui\u00e7\u00e3o mais equilibrada. Sudeste (0,530) e Centro-Oeste (0,531) ficaram em posi\u00e7\u00e3o intermedi\u00e1ria.<\/p>\n<p><strong>Queda na taxa de ocupa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Os dados preliminares tamb\u00e9m mostram que o n\u00edvel de ocupa\u00e7\u00e3o entre pessoas com 14 anos ou mais \u00e9 de 53,5%, uma queda em rela\u00e7\u00e3o ao Censo de 2010, quando o \u00edndice era de 55,5%.<\/p>\n<p>As regi\u00f5es Sul (60,3%), Centro-Oeste (59,7%) e Sudeste (56%) registraram os maiores n\u00edveis de ocupa\u00e7\u00e3o. J\u00e1 Nordeste (45,6%) e Norte (48,4%) apresentaram os menores. Entre os estados, Santa Catarina (63,5%), Distrito Federal (60,4%), Mato Grosso e Paran\u00e1 (60,3%) lideram o ranking, enquanto Piau\u00ed (43%), Para\u00edba (43,5%) e Maranh\u00e3o (43,6%) registraram os \u00edndices mais baixos.<\/p>\n<p><em><strong>(Com informa\u00e7\u00f5es de g1)<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>(Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Freepik)<\/strong><\/em><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dados preliminares do Censo 2022 mostram que desigualdade salarial entre homens e mulheres persiste em todos os n\u00edveis de instru\u00e7\u00e3o<\/p>","protected":false},"author":10,"featured_media":12455,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[42],"tags":[13],"class_list":["post-12454","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-sindical"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12454","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/10"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12454"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12454\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12456,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12454\/revisions\/12456"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/12455"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12454"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12454"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12454"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}