{"id":13308,"date":"2025-11-17T10:16:56","date_gmt":"2025-11-17T13:16:56","guid":{"rendered":"https:\/\/fenati.org.br\/?p=13308"},"modified":"2025-11-17T11:48:45","modified_gmt":"2025-11-17T14:48:45","slug":"pix-completa-5-anos-uso-massivo-novas-funcoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/pix-completa-5-anos-uso-massivo-novas-funcoes\/","title":{"rendered":"Pix completa 5 anos a com uso massivo e novas fun\u00e7\u00f5es no horizonte"},"content":{"rendered":"<p><strong>Pix &#8211;<\/strong> No dia 16 de novembro de 2020, o<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Pix\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\"> Pix<\/a> entrou oficialmente em opera\u00e7\u00e3o no Brasil com a proposta de simplificar transfer\u00eancias e pagamentos. Cinco anos depois, o sistema do Banco Central se tornou parte da rotina nacional e mudou a forma como brasileiros movimentam dinheiro.<\/p>\n<p>Nessa meia d\u00e9cada, o pa\u00eds registrou cerca de 890 milh\u00f5es de chaves cadastradas e mais de 170 milh\u00f5es de usu\u00e1rios ativos. Hoje, \u00e9 raro encontrar um estabelecimento que n\u00e3o aceite o sistema instant\u00e2neo. O volume financeiro movimentado tamb\u00e9m impressiona: desde o lan\u00e7amento at\u00e9 setembro de 2025, passaram pelo Pix R$ 85,5 trilh\u00f5es, ampliando o acesso ao sistema financeiro e intensificando a concorr\u00eancia entre institui\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/fenati.org.br\/en\/governo-australiano-big-techs-veiculos-noticias\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>LEIA: Governo australiano quer que big techs paguem ve\u00edculos por not\u00edcias<\/strong><\/a><\/p>\n<p>O crescimento acelerado aparece sobretudo em 2024, quando o Pix movimentou R$ 26 trilh\u00f5es, montante equivalente a quase dois PIBs e meio do Brasil. Ao todo, o BC contabiliza 181,6 bilh\u00f5es de opera\u00e7\u00f5es nesses cinco anos \u2014 um movimento que ajudou a reduzir o uso de dinheiro f\u00edsico. Desde 2020, os saques ca\u00edram 35%, reflexo da prefer\u00eancia por pagamentos digitais.<\/p>\n<p>Para o com\u00e9rcio, a ado\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m trouxe impacto direto: aceitar Pix custa, em m\u00e9dia, um quarto das taxas cobradas por cart\u00f5es, aliviando despesas de lojistas e aumentando a competitividade.<\/p>\n<p><strong>Pr\u00f3ximos passos do Pix<\/strong><\/p>\n<p>A nova fase do sistema deve trazer funcionalidades voltadas \u00e0 seguran\u00e7a e ao cr\u00e9dito. Uma das mais aguardadas \u00e9 o bloqueio de chaves, que permitir\u00e1 ao usu\u00e1rio impedir o uso de chaves vinculadas ao pr\u00f3prio CPF, aumentando o controle e diminuindo riscos de fraude.<\/p>\n<p>Outra novidade em desenvolvimento \u00e9 o Pix Parcelado, que promete aproximar pagamento e cr\u00e9dito dentro do mesmo ambiente. A proposta permite ao consumidor parcelar a compra, enquanto o comerciante recebe o valor total imediatamente, sem depender de cart\u00f5es.<\/p>\n<p>Para empresas, o Banco Central trabalha no Pix Duplicata, voltado ao pagamento de duplicatas eletr\u00f4nicas, com o objetivo de substituir parte do uso de boletos em transa\u00e7\u00f5es entre companhias e reduzir custos operacionais.<\/p>\n<p>A agenda do BC mira ainda mais longe: a internacionaliza\u00e7\u00e3o do Pix. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 permitir que o modelo brasileiro seja usado em opera\u00e7\u00f5es fora do pa\u00eds, abrindo caminho para pagamentos instant\u00e2neos transfronteiri\u00e7os.<\/p>\n<p>Cinco anos ap\u00f3s o lan\u00e7amento, o Pix mant\u00e9m ritmo de expans\u00e3o e refor\u00e7a seu papel central na transforma\u00e7\u00e3o digital dos pagamentos no Brasil.<\/p>\n<p><em><strong>(Com informa\u00e7\u00f5es de Olhar Digital)<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>(Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil\/Bruno Peres)<\/strong><\/em><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com mais de 170 milh\u00f5es de usu\u00e1rios e recursos em expans\u00e3o, sistema instant\u00e2neo se prepara para uma nova fase de seguran\u00e7a e internacionaliza\u00e7\u00e3o<\/p>","protected":false},"author":6,"featured_media":13309,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[42],"tags":[13],"class_list":["post-13308","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-sindical"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13308","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13308"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13308\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13321,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13308\/revisions\/13321"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/13309"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13308"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13308"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13308"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}