{"id":13480,"date":"2025-11-25T10:28:28","date_gmt":"2025-11-25T13:28:28","guid":{"rendered":"https:\/\/fenati.org.br\/?p=13480"},"modified":"2025-11-25T14:33:01","modified_gmt":"2025-11-25T17:33:01","slug":"80-brasileiros-ia-pesquisa-mas-90-nao-confiam","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/80-brasileiros-ia-pesquisa-mas-90-nao-confiam\/","title":{"rendered":"80% dos brasileiros usam IA para pesquisa, mas 90% ainda n\u00e3o confiam"},"content":{"rendered":"<p><strong>IA &#8211;<\/strong> O uso de ferramentas de <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Intelig%C3%AAncia_artificial\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">intelig\u00eancia artificial<\/a> para pesquisas j\u00e1 faz parte do cotidiano de grande parte da popula\u00e7\u00e3o brasileira. De acordo com a sexta edi\u00e7\u00e3o do estudo State of Search Brasil, produzido pela ag\u00eancia Hedgehog, oito em cada dez brasileiros utilizam IA para realizar buscas, um crescimento de 21% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado.<\/p>\n<p>Entre as plataformas mais usadas, o ChatGPT, da OpenAI, mant\u00e9m a lideran\u00e7a com 82% das men\u00e7\u00f5es. Em seguida est\u00e3o o Gemini, do Google (45%), e a Meta AI (42%). Apesar da r\u00e1pida ado\u00e7\u00e3o, o estudo indica que os usu\u00e1rios mant\u00eam cautela ao lidar com as respostas: mais de 90% afirmam n\u00e3o confiar totalmente nos conte\u00fados gerados por IA, e 80% dizem checar as informa\u00e7\u00f5es em outras fontes antes de us\u00e1-las.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/fenati.org.br\/en\/openai-reformula-chatgpt-relatos-vinculos-emocionais\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>LEIA: OpenAI reformula ChatGPT ap\u00f3s relatos de v\u00ednculos emocionais perigosos<\/strong><\/a><\/p>\n<p>As buscas por texto seguem dominantes em computadores e dispositivos m\u00f3veis, embora em queda. No desktop e notebook, 87% ainda digitam suas consultas, quatro pontos percentuais a menos que no ano anterior. As pesquisas por imagem (12%) e por voz (8%) continuam minorit\u00e1rias.<\/p>\n<p>Nos smartphones e tablets, o comportamento \u00e9 semelhante: 84% buscam por texto (queda de quatro pontos percentuais), seguidos por pesquisas por imagem (17%) e por voz (14%).<\/p>\n<p><strong>Principais canais de busca<\/strong><\/p>\n<p>O Google permanece como o principal canal de pesquisas no Brasil, com 84% das buscas por texto no desktop e 81% no mobile. Contudo, registrou queda de 4 e 6 pontos percentuais, respectivamente, al\u00e9m de uma perda expressiva de 19 pontos nas buscas por voz no computador.<\/p>\n<p>O YouTube aparece em segundo lugar, mantendo sua relev\u00e2ncia sobretudo nas buscas por texto. J\u00e1 sites de empresas e o Instagram tiveram leve retra\u00e7\u00e3o, acompanhando a migra\u00e7\u00e3o de parte do p\u00fablico para plataformas que entregam respostas mais diretas.<\/p>\n<p>O destaque do estudo \u00e9 o avan\u00e7o do ChatGPT, agora o quarto canal mais consultado. A ferramenta registrou crescimento significativo nas buscas por voz e texto, com aumento de at\u00e9 19 pontos percentuais no desktop e 18 no mobile. O WhatsApp tamb\u00e9m apresentou evolu\u00e7\u00e3o no uso para consultas.<\/p>\n<p>Mesmo com o avan\u00e7o das IAs, 84% dos entrevistados afirmam que continuar\u00e3o usando o Google para pesquisas di\u00e1rias, e 82% dizem ter inten\u00e7\u00e3o de explorar ferramentas como ChatGPT, Gemini e Microsoft Copilot. Apenas 36% pretendem manter o uso do Google na mesma intensidade.<\/p>\n<p><strong>Sobre a pesquisa<\/strong><\/p>\n<p>O estudo realizou 4.157 entrevistas online com brasileiros a partir dos 16 anos, entre homens e mulheres de todas as regi\u00f5es do pa\u00eds: Sudeste (47%), Nordeste (23%), Sul (15%), Centro-Oeste (8%) e Norte (7%). A coleta ocorreu entre 26 de junho e 14 de julho de 2025.<\/p>\n<p>A amostra abrangeu participantes de todas as classes sociais (A a E), com maior concentra\u00e7\u00e3o nas classes C (37%) e D (31%). Entre os respondentes, 52% se identificam como mulheres e 48% como homens.<\/p>\n<p><em><strong>(Com informa\u00e7\u00f5es de Exame)<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>(Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Freepik\/DC Studio)<\/strong><\/em><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mesmo com avan\u00e7o no uso de ferramentas como ChatGPT e Gemini, desconfian\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s respostas continua alta entre os brasileiros.<\/p>","protected":false},"author":10,"featured_media":13481,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[35],"tags":[13],"class_list":["post-13480","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ti","tag-sindical"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13480","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/10"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13480"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13480\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13482,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13480\/revisions\/13482"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/13481"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13480"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13480"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13480"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}