{"id":13818,"date":"2025-12-05T16:42:42","date_gmt":"2025-12-05T19:42:42","guid":{"rendered":"https:\/\/fenati.org.br\/?p=13818"},"modified":"2025-12-08T13:07:08","modified_gmt":"2025-12-08T16:07:08","slug":"mais-da-metade-brasileiros-vitima-golpes-online","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/mais-da-metade-brasileiros-vitima-golpes-online\/","title":{"rendered":"Mais da metade dos brasileiros foi v\u00edtima de golpes online em 2024"},"content":{"rendered":"<p><strong>Golpes online &#8211;<\/strong> Um novo relat\u00f3rio da BioCatch divulgado nesta sexta-feira (5) revela um cen\u00e1rio cr\u00edtico para a seguran\u00e7a digital no<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Brasil\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\"> Brasil<\/a> e na Am\u00e9rica Latina. Segundo o levantamento, 51% dos brasileiros sofreram algum tipo de golpe online em 2024, incluindo fraudes envolvendo o PIX. O estudo aponta ainda que, entre 2024 e 2025, os golpes digitais registrados no mundo cresceram 65%.<\/p>\n<p>A Am\u00e9rica Latina aparece como a regi\u00e3o mais afetada. O volume de ataques aumentou seis vezes em apenas um ano, tornando o continente o epicentro global das fraudes analisadas.<br \/>\nNo caso brasileiro, o impacto financeiro chama aten\u00e7\u00e3o: R$ 4,9 bilh\u00f5es foram perdidos apenas em golpes aplicados via PIX, segundo o relat\u00f3rio.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/fenati.org.br\/en\/mexico-trabalhista-aumento-salario-reducao-jornada\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>LEIA: M\u00e9xico anuncia reforma trabalhista com aumento do sal\u00e1rio m\u00ednimo e redu\u00e7\u00e3o da jornada<\/strong><\/a><\/p>\n<p>Entre os m\u00e9todos mais comuns usados por criminosos na regi\u00e3o est\u00e3o o smishing \u2013 mensagens de SMS que levam v\u00edtimas a acessar links falsos ou divulgar dados \u2013 e o vishing, golpes por telefone nos quais fraudadores pressionam pessoas a fornecer informa\u00e7\u00f5es sens\u00edveis.<\/p>\n<p>O estudo indica que, no Brasil, golpes por SMS aumentaram 14 vezes de um ano para o outro. J\u00e1 o uso de deepfakes, manipulando voz ou imagem para enganar v\u00edtimas, teve alta de 830%.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio tamb\u00e9m traz dados sobre crescimento de golpes em escala internacional:<\/p>\n<p>\u2022 14% de alta anual em fraudes relacionadas a compras<br \/>\n\u2022 100% de aumento em golpes de voz (vishing)<br \/>\n\u2022 63% de avan\u00e7o em golpes de romance<br \/>\n\u2022 42% de crescimento em fraudes de investimento<\/p>\n<p><strong>\u201cF\u00e1bricas de fraude\u201d e tr\u00e1fico humano<\/strong><\/p>\n<p>Al\u00e9m dos n\u00fameros, o documento exp\u00f5e a exist\u00eancia das chamadas \u201cf\u00e1bricas de fraude\u201d, grandes estruturas operadas por organiza\u00e7\u00f5es criminosas. De acordo com o relat\u00f3rio, h\u00e1 cidades no Camboja onde trabalhadores mantidos em regime de escravid\u00e3o s\u00e3o for\u00e7ados a aplicar golpes 24 horas por dia. O estudo alerta que esse modelo j\u00e1 come\u00e7a a aparecer tamb\u00e9m na Am\u00e9rica do Sul.<\/p>\n<p>Erin West, cofundadora da Operation Shamrock, relatou que encontrou localidades inteiras no Camboja convertidas em centros de fraude em larga escala. Segundo ela, essas opera\u00e7\u00f5es deixaram de ser clandestinas: funcionam abertamente, contam com prote\u00e7\u00e3o e continuam se expandindo.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio afirma ainda que muitos desses trabalhadores s\u00e3o v\u00edtimas de tr\u00e1fico humano associado a grupos criminosos, transformando regi\u00f5es inteiras em polos de explora\u00e7\u00e3o e golpes que atingem pessoas no mundo todo.<\/p>\n<p><em><strong>(Com informa\u00e7\u00f5es de CNN Brasil)<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>(Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Freepik)<\/strong><\/em><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Levantamento indica avan\u00e7o de smishing, vishing e deepfakes; preju\u00edzo via PIX passa de R$ 4 bilh\u00f5es<\/p>","protected":false},"author":6,"featured_media":13819,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[35],"tags":[13],"class_list":["post-13818","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ti","tag-sindical"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13818","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13818"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13818\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13820,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13818\/revisions\/13820"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/13819"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13818"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13818"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13818"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}