{"id":18378,"date":"2026-05-07T15:14:40","date_gmt":"2026-05-07T18:14:40","guid":{"rendered":"https:\/\/fenati.org.br\/?p=18378"},"modified":"2026-05-11T09:34:55","modified_gmt":"2026-05-11T12:34:55","slug":"parana-atinge-menor-desemprego-trimestre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/parana-atinge-menor-desemprego-trimestre\/","title":{"rendered":"Paran\u00e1 atinge menor desemprego da hist\u00f3ria para um 1\u00ba trimestre"},"content":{"rendered":"<p><strong>Menor desemprego &#8211;<\/strong> O Paran\u00e1 alcan\u00e7ou a menor taxa de desemprego j\u00e1 registrada para um primeiro trimestre desde o in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica. Com \u00edndice de 4%, o Estado ficou com a quarta menor taxa de desocupa\u00e7\u00e3o do Brasil, conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Pesquisa_Nacional_por_Amostra_de_Domic%C3%ADlios\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">PNAD<\/a>), divulgados nesta sexta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n<p>O resultado coloca o Paran\u00e1 empatado com Esp\u00edrito Santo e Mato Grosso do Sul, atr\u00e1s apenas de Santa Catarina (3%), Rond\u00f4nia (3,1%) e Mato Grosso (3,5%).<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/fenati.org.br\/en\/cartilha-mudancas-nr-01-inclusao-de-saude-mental-2-2\/\"><strong>LEIA: Cartilha esclarece mudan\u00e7as na NR-01 com inclus\u00e3o de sa\u00fade mental<\/strong><\/a><\/p>\n<p>At\u00e9 ent\u00e3o, o melhor desempenho paranaense para o per\u00edodo havia sido registrado em 2024, quando a taxa ficou em 4,8%. Desde o primeiro trimestre de 2021, quando o \u00edndice alcan\u00e7ava 9,4%, o Estado vem apresentando retra\u00e7\u00e3o cont\u00ednua na desocupa\u00e7\u00e3o. Em 2022, a taxa foi de 6,8%, enquanto em 2023 ficou em 5,4%.<\/p>\n<p>Levando em conta todos os per\u00edodos da s\u00e9rie hist\u00f3rica, o resultado atual representa o quarto melhor \u00edndice j\u00e1 obtido pelo Paran\u00e1. O desempenho fica atr\u00e1s apenas dos quartos trimestres de 2024 (3,3%), 2013 e 2014 (3,8% em ambos), al\u00e9m de empatar com o terceiro trimestre de 2024, tamb\u00e9m com 4%.<\/p>\n<p>Na contram\u00e3o do cen\u00e1rio estadual, o \u00edndice nacional de desemprego avan\u00e7ou de 6,2% para 7% entre os dois \u00faltimos trimestres, uma alta de 0,8 ponto percentual.<\/p>\n<p>Os n\u00fameros tamb\u00e9m evidenciam diferen\u00e7as entre grupos da popula\u00e7\u00e3o. Entre as mulheres, a taxa de desocupa\u00e7\u00e3o ficou em 4,7%, enquanto entre os homens o percentual foi de 3,4%.<\/p>\n<p>Por idade, os jovens seguem sendo os mais impactados. A faixa entre 18 e 24 anos registrou desemprego de 8,1%. Entre trabalhadores de 25 a 39 anos, o \u00edndice foi de 3,5%; entre 40 e 59 anos, 2,5%; e entre pessoas com 60 anos ou mais, 1,7%.<\/p>\n<p>Para o secret\u00e1rio estadual do Trabalho, Qualifica\u00e7\u00e3o e Renda, Mauro Moraes do Carmo, os resultados refletem a articula\u00e7\u00e3o entre governo e iniciativa privada.<\/p>\n<p>\u201cO Paran\u00e1 segue puxando a fila do desenvolvimento no Brasil. Estamos criando um ambiente de oportunidades no qual quem quer trabalhar encontra espa\u00e7o para crescer\u201d, afirmou.<\/p>\n<h4>Ocupa\u00e7\u00e3o em alta<\/h4>\n<p>O levantamento do IBGE aponta ainda que o Paran\u00e1 atingiu recorde no n\u00famero de pessoas ocupadas, chegando a 6,156 milh\u00f5es de trabalhadores.<\/p>\n<p>O contingente representa crescimento de 20 mil pessoas em rela\u00e7\u00e3o ao quarto trimestre de 2024, quando o Estado contabilizava 6,136 milh\u00f5es de ocupados. Desde o primeiro trimestre do ano passado, quando ultrapassou pela primeira vez a marca de 6 milh\u00f5es de trabalhadores em atividade, o Paran\u00e1 mant\u00e9m trajet\u00f3ria de expans\u00e3o.<\/p>\n<p>Atualmente, o Estado possui o quinto maior n\u00famero de pessoas ocupadas do pa\u00eds, atr\u00e1s apenas de S\u00e3o Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia.<\/p>\n<p>Outro destaque \u00e9 o percentual de empregados com carteira assinada, que alcan\u00e7ou 80,4%, acima da m\u00e9dia nacional de 74,6%. J\u00e1 a informalidade ficou em 31,6%, abaixo dos 38% registrados no Brasil.<\/p>\n<h4>Desempenho no Caged<\/h4>\n<p>Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o Paran\u00e1 abriu 60.757 vagas formais no primeiro trimestre de 2025, alcan\u00e7ando o quinto melhor resultado entre os estados brasileiros.<\/p>\n<p>No acumulado entre abril de 2024 e mar\u00e7o de 2025, o saldo positivo chegou a 118.038 postos de trabalho com carteira assinada, desempenho que colocou o Estado na terceira posi\u00e7\u00e3o do ranking nacional.<\/p>\n<p><em><strong>(Com informa\u00e7\u00f5es de Vvale)<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>(Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Magnific\/wayhomestudio)<\/strong><\/em><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estado aparece entre os l\u00edderes nacionais em gera\u00e7\u00e3o de vagas, carteira assinada e baixa informalidade, segundo levantamento do IBGE<\/p>","protected":false},"author":11,"featured_media":18379,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[42],"tags":[81],"class_list":["post-18378","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-sindical-parana"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18378","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/11"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18378"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18378\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18380,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18378\/revisions\/18380"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18379"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18378"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18378"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18378"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}