{"id":7181,"date":"2024-12-19T15:13:04","date_gmt":"2024-12-19T18:13:04","guid":{"rendered":"https:\/\/fenati.org.br\/?p=7181"},"modified":"2025-01-27T15:23:43","modified_gmt":"2025-01-27T18:23:43","slug":"congo-apple-envolvimento-minerais-ilegais-saqueados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/congo-apple-envolvimento-minerais-ilegais-saqueados\/","title":{"rendered":"Congo acusa Apple de envolvimento com minerais ilegais saqueados"},"content":{"rendered":"<p><strong>Minerais ilegais saqueados &#8211;<\/strong> Na \u00faltima ter\u00e7a-feira (17), o governo da Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo apresentou queixas criminais contra subsidi\u00e1rias da <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Apple\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">Apple<\/a> na Fran\u00e7a e na B\u00e9lgica, acusando a gigante de tecnologia de utilizar minerais saqueados ilegalmente. De acordo com os advogados, a empresa utilizaria mat\u00e9rias cuja origem \u00e9 de grupos armados respons\u00e1veis. Por mortes e diversos tipos de crimes de guerra e outras viola\u00e7\u00f5es graves de direitos humanos.<\/p>\n<p>Rica em recursos naturais, o Congo \u00e9 uma das principais fontes mundiais de minerais conhecidos como 3T (estanho, t\u00e2ntalo e tugst\u00eanio), al\u00e9m de ouro. Esses materiais s\u00e3o essenciais na fabrica\u00e7\u00e3o de componentes eletr\u00f4nicos, como os utilizados em dispositivos da Apple. Apesar a empresa de Cupertino depender de uma ampla rede de fornecedores, as autoridades congolesas afirmam que parte desses minerais \u00e9 saqueada por mil\u00edcias e depois \u201clavada\u201d em mercados internacionais antes de chegar \u00e0s m\u00e3os de empresas como a Apple.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/fenati.org.br\/en\/nova-portaria-do-ministerio-do-trabalho-janeiro\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>LEIA: Serei obrigado a trabalhar no domingo? Entenda o diz a nova portaria do Minist\u00e9rio do Trabalho, que entra em vigor em 1\u00ba de janeiro<\/strong><\/a><\/p>\n<p>De acordo com a den\u00fancia, as subsidi\u00e1rias Apple France, Apple Retail Frane e Apple Belgium ocultaram deliberadamente irregularidades na origem os minerais, incluindo crimes de guerra e lavagem de recursos naturais. Essas filiais seriam ainda se esfor\u00e7ado para apresentar uma cadeia de suprimentos limpa aos consumidores, mascarando as viola\u00e7\u00f5es subjacentes.<\/p>\n<p>A Apple nega as acusa\u00e7\u00f5es e afirma que n\u00e3o adquire diretamente minerais prim\u00e1rios, mas realiza auditorias rigorosas em seus fornecedores. A empresa destaca que publica relat\u00f3rios anuais sore a rastreabilidade de seus materiais e colabora com iniciativas que buscam melhorar as condi\u00e7\u00f5es da cadeia produtiva. Em 2019, a Apple suspendeu rela\u00e7\u00f5es com cinco refinarias que n\u00e3o cumpriram seus padr\u00f5es de auditoria.<\/p>\n<p>Apesar de alegar transpar\u00eancia, a empresa enfrenta cr\u00edticas pela falta de a\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s evid\u00eancias apresentadas pelo governo congol\u00eas. Segundo os advogados do pa\u00eds, a Apple foi noticiada em abril de 2024 sobre o uso de minerais e conflito por suas subsidi\u00e1rias, mas at\u00e9 o momento n\u00e3o comentou publicamente os fatos.<\/p>\n<p>Fran\u00e7a e B\u00e9lgica foram escolhias para a apresenta\u00e7\u00e3o das queixas devido \u00e0 reputa\u00e7\u00e3o de ambos os pa\u00edses na coopera\u00e7\u00e3o internacional e na condu\u00e7\u00e3o de investiga\u00e7\u00f5es criminais. Caber\u00e1 as autoridades desses pa\u00edses avaliarem as alega\u00e7\u00f5es e decidir se dar\u00e3o prosseguimento \u00e0s investiga\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><em><strong>(Com informa\u00e7\u00f5es de TecMundo)<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>(Foto: Divulga\u00e7\u00e3o)<\/strong><\/em><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Den\u00fancia aponta que subsidi\u00e1rias da Apple teriam usado minerais saqueados por grupos armados<\/p>","protected":false},"author":10,"featured_media":7333,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[42],"tags":[13],"class_list":["post-7181","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-sindical"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7181","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/10"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7181"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7181\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7334,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7181\/revisions\/7334"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7333"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7181"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7181"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenati.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7181"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}