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Polícia prende ‘Barbie do Crime’ suspeita de aplicar golpes online

Barbie do Crime- Suspeita de aplicar golpes pela internet, a modelo Bruna Cristine Menezes de Castro foi presa em Goiânia, na última sexta-feira (30). Conhecida como “Barbie do Crime”, ela é acusada de vender produtos importados pelas redes sociais que nunca eram entregues aos compradores, principalmente celulares.

A prisão foi realizada por agentes do 31º Batalhão da Polícia Militar (31º BPM). Segundo a corporação, além das denúncias relacionadas às vendas online, a mulher também é investigada por outras práticas ilícitas. Ela possui passagens por uso de documento falso e estelionato.

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De acordo com as investigações, Bruna utilizava perfis falsos nas redes sociais para anunciar a venda de diferentes produtos. Nas publicações, afirmava comercializar itens como smartphones, perfumes e maquiagens que viriam do exterior.

Entre os casos apurados, uma das vítimas teve prejuízo de R$ 3,1 mil após comprar um celular que nunca foi entregue. Outra pessoa repassou R$ 700 como pagamento de entrada por um smartphone, também sem receber o produto.

Neste último caso, o comprador afirmou ter conhecido a modelo em uma festa, na capital goiana, e decidiu efetuar a compra três meses depois. Ao g1, o homem relatou que a “Barbie do Crime” dizia vender celulares supostamente comprados nos Estados Unidos, anunciados por valores inferiores aos praticados em lojas convencionais.

Os golpes online relacionados a essa denúncia ocorreram na primeira metade da década passada. O aparelho anunciado pela vendedora era um iPhone 5S, lançado em 2013. Na época, a modelo alegou que compraria os telefones durante sua viagem de lua de mel para repassá-los aos clientes. No entanto, segundo ela, problemas impediram o embarque, que chegou a ser remarcado, mas novamente não aconteceu.

Condenação e descumprimento de pena

Em 2015, após confessar os crimes e demonstrar arrependimento, Bruna foi condenada a mais de dois anos de detenção pelos golpes praticados na internet. Com base no Código Penal, a Justiça converteu a pena em prestação de serviços comunitários e no pagamento de multa equivalente a 10 salários mínimos.

A condenada, porém, foi presa novamente em 2021, após descumprir as medidas alternativas e não comparecer às audiências relacionadas aos crimes no ambiente virtual. Ao recorrer da decisão, obteve o direito de cumprir prisão domiciliar até a realização de uma nova audiência.

Além do caso em Goiás, há denúncias de crimes semelhantes com processos em andamento no Rio de Janeiro e no Distrito Federal. A defesa de Bruna Cristine Menezes de Castro ainda não se manifestou sobre a prisão.

(Com informações de Tecmundo)
(Foto: Reprodução/Freepik/natalia-shtorm)

Julia Stoever

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Julia Stoever
Tags: sindical

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