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Tecnologia de MS se destaca nacionalmente ao impulsionar melhorias no SUS

Tecnologia de MS se destaca nacionalmente ao impulsionar melhorias no SUS

Projeto reúne universidades e rede pública para desenvolver soluções digitais que modernizam atendimento em Três Lagoas

Melhorias no SUS – Uma iniciativa desenvolvida em Mato Grosso do Sul tem ganhado projeção nacional ao contribuir para a modernização do atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS). Reconhecido como um dos dez melhores do país em edital do Ministério da Saúde, o projeto aposta no uso de tecnologia para otimizar rotinas e ampliar o acesso à informação para pacientes e profissionais da rede pública em Três Lagoas.

A proposta integra o Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET-Saúde) e articula diferentes instituições de ensino com a Secretaria Municipal de Saúde. Participam da ação equipes da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) e das Faculdades Integradas de Três Lagoas (AEMS). Ao todo, cerca de 150 pessoas, entre estudantes e profissionais das áreas de Medicina, Direito, Enfermagem e Tecnologia, estão envolvidas no desenvolvimento das soluções.

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No IFMS, as atividades são realizadas nos laboratórios do campus de Três Lagoas, onde professores e alunos trabalham na criação de ferramentas digitais voltadas à saúde pública. O objetivo é transformar demandas da gestão em recursos práticos, capazes de melhorar tanto o atendimento à população quanto a organização interna do sistema.

Entre os principais resultados já implementados está o Portal da Transparência da Regulação em Saúde. A ferramenta permite que pacientes acompanhem filas de exames e consultas utilizando apenas o CPF, sem a necessidade de se deslocar até uma unidade de saúde para obter informações.

Além de ampliar a transparência, o recurso contribui para a redução de faltas em atendimentos. “Quando a informação chega no tempo certo, o paciente não perde a data do exame, o que evita remarcações e melhora o fluxo do SUS”, explicou o professor Rogério Antoniassi.

(Com informações de JD1Noticias)
(Foto: Reprodução/Agência Brasil/Fernando Frazão)

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