Simpósios no MS debatem futuro da computação e educação
Computação e educação – Campo Grande entra na agenda nacional da tecnologia e da educação nesta semana com a realização de dois simpósios brasileiros de computação na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). O encontro reúne pesquisadores, professores e gestores de todo o país para discutir o ensino, a inovação e o desenvolvimento de políticas públicas voltadas para a área tecnológica.
Entre os dias 4 e 8 de maio, a universidade sedia o 6º Simpósio Brasileiro de Educação em Computação e o 3º Simpósio Brasileiro de Computação na Educação Básica. As atividades são promovidas pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC) em parceria com a instituição sul-mato-grossense.
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Os eventos ocorrem de forma integrada, apresentando uma programação conjunta que amplia o diálogo entre diferentes públicos e fortalece a conexão entre o ambiente universitário e a educação básica. Esta é a primeira vez que a iniciativa é realizada na Região Centro-Oeste, fato que reforça o papel estratégico da UFMS na articulação nacional do setor.
De acordo com os organizadores, a proposta central é promover um ambiente de troca de experiências entre pesquisadores e professores, mantendo o foco na aplicação prática do conhecimento. Para isso, a programação inclui sessões conjuntas, painéis interdisciplinares e espaços dedicados especificamente à apresentação de relatos de práticas educacionais.
Os simpósios são considerados espaços estratégicos para o avanço da educação em computação no Brasil, contribuindo diretamente para a produção científica, a formação de professores e a construção de novas diretrizes curriculares. A integração entre os eventos também busca fortalecer a articulação entre o ensino superior e a educação básica, gerando impactos na qualificação de docentes, na disseminação de metodologias pedagógicas e na implementação de currículos voltados ao pensamento computacional.
Entre os temas em destaque durante a semana estão a formação de professores, o uso de metodologiasivas, inclusão, diversidade e a aplicação de tecnologias emergentes. Também ganham espaço nos debates a inserção da computação nos currículos escolares, o papel da inteligência artificial no ensino, o desenvolvimento de competências digitais e novas estratégias para ampliar o acesso à educação tecnológica no país.
(Com informações de Campo Grande News)
(Foto: Reprodução/UFMS)
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