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Riscos tecnológicos lideram lista de preocupações de multinacionais

Riscos tecnológicos lideram lista de preocupações de multinacionais

Levantamento mostra que incidentes tecnológicos ganharam espaço entre as principais ameaças percebidas por empresas globais entre 2025 e 2030

Riscos tecnológicos – Os ataques cibernéticos e os incidentes provocados pela tecnologia devem figurar entre as principais preocupações das multinacionais nos próximos cinco anos. É o que aponta um estudo da Howden, que identificou os riscos tecnológicos como temas centrais para empresas globais no período entre 2025 e 2030.

De acordo com o levantamento, os ataques cibernéticos ocupam a primeira posição no ranking de riscos, sendo mencionados por 49,6% dos executivos entrevistados. Já os incidentes tecnológicos aparecem em terceiro lugar, citados por 36,4% dos participantes da pesquisa.

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Os dados fazem parte do estudo “Stepping up: Political risk insurance in a volatile world”, realizado com cerca de 500 executivos seniores das áreas de risco e tesouraria de empresas dos Estados Unidos, Reino Unido e França. Todas as companhias participantes possuem faturamento superior a US$ 1 bilhão.

Na comparação com o período de 2020 a 2025, a preocupação com ataques cibernéticos registrou crescimento de 35%. Já os incidentes provocados pela tecnologia apresentaram alta de 74%, o maior avanço entre todos os riscos avaliados ao longo da década.

Segundo a pesquisa, a expansão da inteligência artificial generativa está entre os fatores que ajudam a explicar o avanço dos incidentes tecnológicos. O estudo destaca que a adoção em larga escala dessas ferramentas amplia tanto o potencial de transformação quanto os desafios relacionados ao uso da tecnologia.

O aumento da preocupação com os riscos cibernéticos também acompanha o avanço da digitalização e da interconexão no ambiente corporativo global, cenário que amplia a exposição das empresas a ameaças digitais.

“Riscos tecnológicos e cibernéticos estão deixando de ser temas isolados e passando a influenciar diretamente a operação e a estratégia das multinacionais, em um ambiente cada vez mais digital e interconectado. Isso exige uma abordagem mais integrada de gestão de riscos”, afirma Marta Schuh.

(Com informações de TI Inside)
(Foto: Reprodução/Magnific/DC Studio)

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